Containers de ideias, inovação, projetos, sonhos e esperança – Hackathon da Nasa

Mas…. mas… troquei o edredom para conhecer projetos como um simulador de cirurgias no espaço, com gravidade zero e um garoto de 12 anos e seus parceiros que têm um programa para identificar deslizamentos e terremotos. Vi ainda um quarteto “maluco”, que acaba de voltar da França – viagem que ganhou como prêmio por uma pesquisa. O que vem por aí com esta galera simpática da foto acima?

Voltando ao frio de domingo, um convite especial, do amigo Nima Kaz e da Marina Beraz, aqui mesmo do LinkedIN, me trouxe uma surpresa e presente. Dez da manhã, Alto da Quinze em Curitiba e lá estava eu para conhecer a experiência do Hackathon da NASA, numa das etapas Brasil, com o apoio da COPEL TELECOM – perfil no LinkedIn. Aliás, bom ver empresas regionais envolvidas no sonho do empreendedorismo e inovação, através deste modelo de startups – Ver site da COPEL TELECOM . No evento encontrei 25 equipes que concorriam a nada mais e nada menos do que a uma viagem para conhecer a NASA (duas foram classificadas e ainda vai ter uma repescagem).

O prédio, já na fachada (foto da capa deste post) revelava o que eu estava prestes e encontrar: gente do bem e focada em inovação, criatividade, empreendedorismo e tecnologia. Gente jovem e ousada, querendo um mundo melhor.

“Errar mais e errar rápido” – foi com esta frase que fui recebido por um dos anfitriões, o Stephano, reforçando a intenção daquele ambiente e reunião de “gênios” e gente que pensa o futuro de forma diferente, tamanho são os desafios do mundo moderno e a agilidade que demanda. Confirma a conversa de apresentação com o Stphano, gravada por celular.

Então, pela apresentação que você viu no vídeo, o “tour” promete, concorda? Gostei de ver que a simplicidade é o “cheiro” deste movimento que, com tecnologia, dá um resultado surpreendente. O que dizer da impressão 3 D dos troféus durante o próprio evento. “Massa, não”, como diria esta garotada, ou a gíria por aqui, um mundo meio “nerd” é diferente? Preciso descobrir.

Mas o passeio matinal me deixou mesmo “impressionado”, como já relatei e com muita esperança nos propósitos desta geração. E a trilha segue. Não vá embora, pois vou mostrar aqui um pouquinho do trabalho de pesquisa “Press Fire”. Através de censores os incêndios são comunicados e as pessoas recebem indicações de rota de fuga. Um trabalho que apoia ainda Bombeiros e Defesa Civil, por exemplo.

Do lado da equipe que estava desenvolvendo um aplicativo para mapear áreas públicas onde poderiam ser feitas hortas comunitárias (foto ao lado), um outro time. Desta vez, além da curiosidade de contar com um integrante mirim, o assunto tratado é muito sério. O que será?

 

Nicolas, um dos mais jovens “hackers” do evento (ao centro na foto abaixo, de topetezinho natural da idade e cara de sono), aos 12 anos, fala como gente grande (e é!!!) sobre o projeto. Gostou? Curta a foto com ele concentrado.

De todos os trabalhos o mais curioso e que impressionou muita gente foi o da equipe Voyager, que através de realidade virtual fez um simulador de cirurgias no espaço, com gravidade zero. Com o equipamento, por exemplo, um astronauta pode simular o ambiente e procedimentos que pode ter que fazer se precisar operar um colega no espaço, por exemplo. O sistema ainda pode oferecer apoio a equipe de terra, que passa orientações e vivencia aquele instante. Literalmente exaurida, depois de dois dias de programação de computador e quase sem dormir, o integrantes ainda tiveram fôlego para uma conversa. Confira.

O formato de Hackathon, muito usado mundo a fora, está chegando e para ficar no Brasil, assim como o Tedex e o Campus Party. Este da Nasa, regostrado aqui, é o segundo realizando em Curitiba em menos de um mês. Confira o Hackathon Paraná.

“O Hackathon presencial em JUPTER TechSpace foi apenas o início disso tudo! Os times irão continuar desenvolvendo suas soluções e divulgando nas redes sociais para acumular seguidores e competir ainda para um prêmio especial – “People’s Choice Awards””, informa Nima Kaz em uma mensagem nas redes sociais. Uma provocação e tanto: ser reconhecido como talento inovador e ainda concorrer a prêmio internacional – no caso uma viagem para NASA. Nada mau…

Eu, particularmente, não concorri e, naturalmente não ganhei a viagem para a NASA, mas com certeza tive um prêmio muito grande: além de ganhar uma camiseta laranja, conheci uma galera que sonha e transforma. Deixar o edredom renova a esperança. Os antigos diziam: Deus ajuda quem cedo madruga. Nem que esteja friooo.

Anterior

Próximo

Pin It on Pinterest

Share This
× ME MANDE UM ZAP AGORA!